Dia 8 De Janeiro...

Dia Do Fotógrafo.



Estava procurando na net mais informações sobre o tão polêmico prêmio Pulitzer de 1994.

Depois que eu assisti ao filme "Repórteres de Guerra", passei a ver a fotografia com outro olhar, não sei explicar aqui nesse post mas certamente se você assistir também terá uma nova concepção do assunto, só sei que me identifiquei muito e vi que realmente a vida de fotógrafo não é fácil!!!

Existe o Ônus e o Bônus na profissão.




Uma das fotos mais polêmicas do mundo!

Vale Muito ler esse artigo!



Kevin Carter


Por: Joilson Kariri Rodrigues

Sudão, Março de 1993. Uma criança sem identidade, do sexo feminino, arrasta-se em direção a um campo de alimentação montado pelas Nações Unidas. Um abutre espera pacientemente que a Mãe Natureza lhe sirva o almoço.

O fotógrafo sul-africano Kevin Carter também está à espera. O que seria apenas mais uma entre as muitas dezenas de fotos que já tirara naquele dia, transforma-se numa imagem memorável quando o animal surge e ocupa o mesmo enquadramento. «Se ao menos o abutre abrisse as asas…» – pensou.

Vinte minutos passam e o abutre não colabora. O fotógrafo acaba por desistir e tira várias fotos da menina e do animal, uma das quais ficará imortalizada na capa de 26 de Março do New York Times como «o símbolo da fome e do horror em África».

Depois de tirar as fotografias, Carter afasta o abutre e senta-se à sombra de uma árvore a fumar um cigarro, enquanto a criança, esgotada e faminta, retoma a sua lenta e penosa marcha pela

sobrevivência.

14 meses depois, a 23 de Maio de 1994, Kevin Carter recebe o Prémio Pulitzer por causa desta foto – às aclamações iniciais, porém, sucedem-se as críticas. Alguns jornalistas questionam a autenticidade da foto, sugerindo que esta fora «encenada». Outros colocam em causa a ética do fotógrafo: «Um homem ajustando as lentes até conseguir o quadro perfeito do sofrimento da menina bem pode ser visto como um predador, outro abutre em cena», escreve o St.Petersburg Florida Times.

14 meses depois, a 23 de Maio de 1994, Kevin Carter recebe o Prémio Pulitzer por causa desta foto – às aclamações iniciais, porém, sucedem-se as críticas. Alguns jornalistas questionam a autenticidade da foto, sugerindo que esta fora «encenada». Outros colocam em causa a ética do fotógrafo: «Um homem ajustando as lentes até conseguir o quadro perfeito do sofrimento da menina bem pode ser visto como um predador, outro abutre em cena», escreve o St.Petersburg Florida Times.

A 27 de Julho desse ano, dois meses depois de ganhar o Pulitzer e ser transformado numa das «sensações do momento» em Nova Iorque, Kevin Carter estaciona a sua Nissan «pickup» vermelha à beira do rio Braamfonteinspruit, um pequeno curso de água nos arredores de Johannesburg onde costumava brincar em criança. Liga uma mangueira de jardim ao tubo de escape, fecha-se no carro, escreve um bilhete, coloca os «phones» nos ouvidos, liga o motor e morre por inalação de monóxido de carbono. Tinha 33 anos.

O suicídio de Kevin Carter é contado entre os fotojornalistas como um «aviso» aos novatos, servindo como exemplo dos perigos de se fotografar demasiado perto as misérias humanas. Dan Krauss, realizador de um documentário da HBO sobre o fotógrafo, «The Death of Kevin Carter: Casualty of the Bang Bang Club», vê nessa foto o momento em que Kevin incorporou, na criança moribunda, «o sofrimento de África» e, no abutre, «o seu próprio rosto».

Carter sempre viveu o seu percurso profissional vivendo o típico dilema dos fotojornalistas: testemunhar ou ajudar. Na maior parte das vezes, diz o próprio Carter, «estou a fazer um zoom sobre um tipo morto com uma piscina de sangue à volta a misturar-se na areia. O rosto está ligeiramente cinzento. E tenho de pensar visualmente. Alguma coisa grita dentro de mim ‘Meu Deus!’, mas estou a trabalhar. Lido com o resto depois.»

A carreira é feita à sombra da violência na África do Sul, na luta dos negros (e alguns brancos) contra o Apartheid, nas represálias de polícias e bandidos, gangs e justiceiros, na guerra entre zulus e o ANC, nas atrocidades cometidas por todos. Por ter passado tanto tempo a documentar os horrores sul-africanos, o grupo de fotógrafos em que estava incluído Kevin Carter e o seu amigo de infância, Ken Oosterbrock, passou a ser conhecido como «Bang Bang Club».

Quando Carter parte para o sul do Sudão, em 1993, tenciona fazer uma foto-reportagem com as tropas rebeldes. Em vez disso, mal o avião aterra e ele desembarca, depara-se com centenas de homens, mulheres e crianças famintos a dirigir-se em direcção a um campo de alimentação da ONU.

Depois de tirar dezenas de fotografias, afasta-se alguns metros em direção ao mato para «fugir à visão de todas aquelas pessoas a morrer de fome», segundo recorda o fotógrafo sul-africano de ascendência portuguesa João Silva, que faz parte do «Bang Bang Club» dos tempos da África do Sul e acompanhou Carter no Sudão.

É Silva quem posteriormente contará o que se passou com Carter quando se sentou à sombra da árvore depois de tirar a foto da menina: «Acendeu um cigarro, falou com Deus, chorou. Depois disso ficou deprimido, dizia que só queria abraçar a filha».

O impacto da foto foi tremendo. O New York Times recebeu tantas cartas de leitores a querer saber o que tinha acontecido à criança que se viu forçado a publicar uma nota onde informava «desconhecer o seu destino».

The Show Must Go On. O prémio aumenta a auto-confiança de Carter: editores de revistas em Nova Iorque querem conhecê-lo, as mulheres começam a interessar-se por aquele tipo sempre vestido de calças de ganga preta e t-shirt branca, as portas da fama abrem-se de par em par e ele acaba por ser contratado pela prestigiada agência Sygma.

«A pressão de estar sempre onde está a ação, o medo de que as suas fotografias não fossem suficientemente boas, a lucidez existencial ganha por sobreviver a tanta violência e as drogas que usava para minar essa lucidez», segundo a interpretação do jornalista Scott MacLeod, do Times, estão na base da «meteórica ascensão e queda» de Kevin Carter, «a prova de que nem todas as tragédias possuem uma dimensão heróica.»

Dois serviços falhados arrastam-no novamente para a depressão. Na cobertura da visita de Mitterrand à África do Sul, atrasou-se a enviar as fotos; quando finalmente chegaram, a Sygma não as publicou por considerar que não tinham a «qualidade desejável». À segunda oportunidade, um serviço em Moçambique não deu em nada porque, depois de passar seis dias no país, Carter perdeu os rolos no Aeroporto e nunca mais os encontrou. Recordam os amigos que foi na sequência destes dois falhanços – e dos problemas de dinheiro – que Carter começou a falar abertamente em suicídio. Muitos colegas aconselharam-no a marcar consulta no Psicólogo.

A morte em serviço do seu melhor amigo, Ken Oosterbrock, arrasou-o por completo. Oosterbrock, grande fotógrafo, vencedor como ele de um Pulitzer, era o seu oposto: «Ken era aquele tipo bem casado e com a vida organizada, mas Carter era caótico, sempre a trocar de mulher e, pelo meio, pai de uma criança que não planeara», de acordo com um dos seus colegas dos tempos do «Bang Bang Club».

O bilhete que escreveu antes de morrer: «Estou deprimido, sem telefone, sem dinheiro para pagar a renda, sem dinheiro para ajudar ao sustento da minha criança, sem dinheiro para pagar as dívidas, sem dinheiro! Sou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadávares e raiva e dor, de crianças feridas e esfomeadas, de loucos que assassinam alegremente, alguns deles polícias (…). A dor de viver ultrapassa a alegria ao ponto em que esta deixa de existir.»

E depois, recordando o amigo falecido: «Vou partir para me juntar ao Ken – se eu tiver essa sorte.»

A filha de Carter, Megan, tem uma visão muito diferente da fotografia premiada: «Eu vejo a criança em sofrimento como o meu pai. E o resto do mundo é o abutre.»

Fonte:Bitaite


Olha o PassarinhôôÔ!!!

Estava no twitter e achei um Retuitada de não lembro de quem... mas achei super bacana e decidi compartilhar aqui com vocês a expressão... "Olha o passarinho" de onde veio? boa pergunta né!!! Nunca tinha pensado nisso!!!

Seligaê!!

Posted by on 27 jul, 2010 in Curiosidades | 6 comments


Quem nunca ouviu ou soltou a expressão “olha o passarinho” na hora de registrar uma fotografia? Todo mundo conhece, mas quase ninguém sabe como surgiu. E com todas as tecnologias que temos hoje fica difícil mesmo de entender porque devemos olhar a pequena ave.

Isso começou há mais de um século, quando a arte fotográfica era recente e dava seus primeiros passos. Naquele tempo, como todos sabem, os esquipamentos fotógraficos eram bem precários e demoravam uns bons minutos para fixar a imagem no filme (alguém ainda lembra o que é filme?) e isso era um problema para os fotógrafos que desejassem produzir retratos, já que as pessoas precisavam posar, totalmente imóveis, durante todo o tempo que a câmera necessitasse para queimar o filme.

A complicação aumentava quando haviam crianças participantes do registro, afinal os pequenos não gostam de ficar parados, sem fazer nada. Existia, então, a necessidade de prender a atenção das crianças, e os fotógrafos começaram a recorrer a uma gaiola com passarinhos ao lado da câmera, soltando a famosa frase “olha o passarinho”. Foi assim que a expressão se popularizou e é usada até hoje para chamar a atenção das pessoas.





Eae gostÔ....

Segue aí o Link e acompanha o Site deles!!! flw


Vombora!!!


Lotus...

Representa superação, Resistencia e Sucesso...

Ela cresce do lodo para a superfície...

É um dos oito simbolos mais auspiciosos budistas...

Uma figura mística...

Que demostra que todo ser só evolui após a lapidação...


Bacana né!!!! EU amo Flores!!!


Lembrança Boa da Infância...

Feliz Ano Novo.. 2012 é Nosso!!

Primeiro de MuuUuuuuUuuiiiitoos Posts pra vocês galera, agradeço de coração as 7 mil e várias visualizações desse BrOg!!! Todos que comentam, que deixam nos favoritos, que me xingam por msn quando não coloco nada novo! Muito Obrigado!!!!

Esse Ano será Muito produtivo, fimo aqui e tudo o que determinamos de coração se realizará nesse ano Foda..Mutui FODA.

Esse desenho foi compartilhado pela

CAMILA QUEIROZ DE PERNAMBUCO... TERRA DO GALO DA MADRUGADA, FREVO, DOS CABOCLINHOS E POR AÊ vAI!!!

Meu muito obrigado pra você, BJoOosS...


Quem quiser compartilhar uma foto legal me mandem pelo twitter, facebook, ou email williamrodrigues23@gmail.com, dizendo qual a história da foto, e o motivo do compartilhamento! VLW!

Desejo de Coração pra vocês Todos...




E o Bonde não para.... Feliz 2012!!!

O Que Importa é Fazer a Foto...

...Custe o que Custar...



Eu amo tudo IssOow!!! \0/

Polêmica...



As pessoas se prestam...kkk

Imprudência no Transito dá nisso...

É irrelevante ver nos noticiários reportagens mostrando vítimas fatais no trânsito tanto na estrada quanto na cidade.

Existem campanhas, panfletos, imagens, palestras, "AuTiDOrEesSs" espalhados, campanha na TV e.....nada resolve!!!! Êêê...

Imprudência no transito dá nisso.... por 30 min, provavelmente estaria envolvido ou pegaria fotos mais pesadas... segue aí a reportagem http://www.radiosolaris.com.br/www/portal/index.php?view=noticia&id_noticia=3749

Olhaí..






Olhe por 10 segundos fixamente na bolinha vermelha, depois feche... os olhos, olhe para a parede e fique piscando os olhos rapidamente, depois vocês me contam o que vocês viram.






O que vocês acharam? comentem ai valew!!!

BMX - ESPORTES RADICAIS...

SE LIGA SÓ COMO TA LINDA ESSA SESSION DA GALERA ANDANDO EM BARCELONA...

GOSTEI MUITO DA PRODUÇÃO, DE EDIÇÃO IMAGEM CENÁRIO, TRILHA SONORA, FOTOGRAFIA PRINCIPALMENTE!!! VALE APENA CONFERIR...